Publicado por: Ana | Outubro 29, 2006

Percorro ruelas semi destruidas, escuras. A alma desfeita à procura de luz. Os passos ecoam nas pedras geladas e húmidas, onde o sol não penetra há muito, muito tempo.
Não há ninguém nessas ruas.
Nunca há ninguém…
São apenas labirintos de solidão que se entrecruzam para me confundir.
Páro.
O silêncio é total.
Deixo que o frio me invada e, aos poucos, transformo-me numa daquelas pedras que há pouco pisei.
Integro agora uma cadeia morta de rochas .
Companheiras.


Responses

  1. Mas é naqueles labirintos de sonhos que nascempromessas de amor sem fim.
    Eu falo assim porque nasci em labirintos parecidos com este.
    Gostei imenso do poema parabéns.

    José

  2. Ai, chamar poesia ao que escrevo toca as raias da heresia! 🙂

  3. hummm gostei do blog, essas palavras são mt profundas lol.Bjs

  4. Lindo! Que mais posso dizer, Companheira…
    Beijos

  5. Mas tu tens vida Ana!!!
    As pedras da rua sentem os teus passos como caricias quando passas… mas tu tens uma vida para viver!…

    Beijos…

  6. Muito bonita imagem, tanto aquela que vejo ao ler-te, como aquela que juntaste ao texto.

  7. Ana,

    Nunca pares de caminhar …!

    Uma boa semana!
    Bjks da Matilde e Cª!


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