Publicado por: Ana | Agosto 17, 2006

Que o vento que sinto seja resultado da viagem que quero fazer, turbilhão de velocidade para destino desconhecido, mas não o meu. Não aqui. Não assim.
Necessariamente não igual, diferenças que não está nas minhas mãos poder mudar.
Estarão?
Não podem.
Porque me canso de lutar, lutar sempre contra uma maré que é mais forte que eu.
Não me posso deixar ir, seria deixar partir os sonhos. E esses não podem morrer.

Vou tentar guiar a corrente e, quem sabe, aterrar num destino diferente…


Responses

  1. É sempre bom partir e aterrar em segurança. 🙂

  2. Ana, sei que ainda não me conhece bem, mas pode imaginar quantas vezes vi essa cena do seu post? Ao vivo e a cores? Indo e vindo? O coração aos pulos de alegria e tristeza. Viagens, quer sejam imaginárias ou verdadeiras sempre causam mudanças radicais na nossa vida. Vá e leve o para-quedas reserva, a sua auto-confiança.
    beijos e bom pouso Pitanga.

  3. A alma não se apaga, adormece-se.

    Devemos lutar contra todos os ventos, contra todas as marés, porque a vida é uma luta, e sem luta não existimos.

  4. A quem o dizes, ulysses… logo eu, que tenho muito medo de aviões 🙂

    Pitanga, o pára-quedas vai sempre comigo.*

    noite, a alma só se apaga quando se morre.


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