Publicado por: Ana | Agosto 5, 2006

Busco en la muerte la vida,
salud en la enfermedad,
en la prisión libertad,
en lo cerrado salida
y en el traidor lealtad.

Pero mi suerte, de quien
jamás espero algún bien,
con el cielo ha estatuido,
que, pues lo imposible pido,
lo posible aún no me den.

Cervantes


Responses

  1. A derradeira máxima para:

    “O homem propõe, Deus dispõe”

    Ana,Uma excelente escolha.
    Beijos e bom fds

  2. Lindo, Ana!
    Como sempre.
    beijos

  3. Belíssimo poema!

    Poderias compartilhar conosco a sua fonte?

    Obrigado e continua com o bom gosto.

  4. Um nome sobejamente conhecido ‘Miguel de Cervantes’. Quanto à poesia castelhana pouco ou nada conheço. Pode ser que um dia me debruce sobre ela.
    Fica bem.
    Manuel

  5. Obrigada, Marco. Um beijo.

    Beijinho, alfazema.

    SAM, descobri o poema neste site,enquanto navegava lendo poesia. Tem coisas muito bonitas:
    http://www.poesia-castellana.com/cervantes.html

    Manuel, também não conheço muito, mas vamos sempre a tempo 🙂

  6. Manuel Cervantes, quem nada espera tudo alcança,,, será? o mistério da vida é esse mesmo, descobrirmos o caminho pelo qual os nossos pés devem seguir… no fim somos todos diferentes mas todos iguais.
    Gostei.
    Beijo da miudaaa

  7. D. Quixote também queria a sua Dulcineia, e tinha apenas compónias.É assim a vida.


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