Publicado por: Ana | Julho 17, 2006

Será a lua aquele ponto luminoso que vês ao longe ou serei eu,etérea, vagueando na noite da tua imaginação?
É inútil prenderes-me, escapar-me-ei por entre os teus dedos.
Sou luz, vento, som, elementos que não se palpam mas estão lá.
Giro em teu redor e confundo-te, atordoo-te, baralho-te.
Dança comigo…
Deixa-me rodopiar enquanto te enlaço num jogo de luzes que só tu e eu sabemos fazer.
Guarda na tua pele o calor suave dos meus raios e fecha os olhos enquanto eu desaparecer de novo no horizonte, porque não sou tua nem de ninguém.
Apenas luz…

Responses

  1. Todos somos Luz.
    Sem sombra de dúvida: “Ninguém é de ninguém mesmo que se AME alguém”.
    Beijos serenos.

  2. Bem dito 🙂
    Beijos…

  3. há pontos luminosos no céu que não sendo de ninguém são só nossos. Porque os olhamos, porque pensamos olhando para eles, porque foram, são ou serão morada de alguém que nos quis e nos quer muito.
    São luzes que nunca se apagarão.
    beijos

  4. E, sendo apenas luz, acabas de me iluminar…!
    Que belas palavras, Ana! :-)*

  5. Este post tem luz própria 🙂 Lindo.


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