Publicado por: Ana | Maio 20, 2006


Digo-te adeus num gesto solitário enquanto ao longe desapareces num horizonte infinito de lugares e novas vidas.
Eu fico aqui, não para te esperar . Não irei mais atrás de ti. Volto-me para terra e tento perceber o meu caminho entre trilhos sinuosos e estradas aparentemente fáceis. Tu foste a minha estrada, mas nesse barco só há lugar para um. Como no meu espaço, agora.
Começo hesitante o meu novo percurso e, quem sabe, talvez um dia as nossas vidas se cruzem de novo sem estes atropelos.
Por isso prefiro não te dizer adeus… digo-te até já.


Responses

  1. Separação – reunião – separação – reunião …
    A vida é também o longo ritual dos “olá” e dos “adeus”, mas acredito que depois do primeiro encontro ninguém mais se separa verdadeiramente.

    Como os planetas, ficamos em órbitras, uns mais próximos, outros mais longe.
    Volta sempre o tempo, em que as órbitras se aproximam de novo.

  2. Who knows? 🙂


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