Publicado por: Ana | Março 9, 2006

Deixa-me olhar-te ao longe.
À distância custa menos pousar os olhos em ti.
Não te vires.
Não quero que saibas que estou aqui, a observar-te.
Sou pretérito, passado que não deixa marcas.
Aliás, vira-te.
Aproxima-te.
E, quando passares através de mim sem me veres nem perceberás que sou etérea, intemporal… e que nada nem ninguém me poderá tocar, jamais.


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