Publicado por: Ana | Dezembro 2, 2005

A porta abre-se.Sozinha, ninguém entra por ela.
Espreita a medo a vida que corre lá fora , turbilhante, e regressa à casa escura.
A luz do dia, brilhante, entra a rodos pela casa adentro e vai-se transformando numa réstea à medida que fecha a porta.
Observa aquele raio único, cintilante e resolve avançar. Reabre a porta de rajada e sai para a rua; enche os pulmões de ar e observa as pessoas amorfas, apressadas sem destino traçado.
Também não tem para onde ir mas entra na multidão. Pára. Não vai ser mais um …
Resolve caminhar contra a corrente humana. Por nada, apenas por ser do contra.
E sorri enquanto caminha. Ser do contra já é uma resolução…

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