Publicado por: Ana | Outubro 29, 2005

Despe a roupa.
Despe-se de preconceitos.
De convencionalismos.
De normas sociais.
De dogmas religiosos
Coloca-se nua em frente ao espelho e vê-se, pela primeira vez, tal como é; sem a capa social que
usa, cada vez mais pesada à medida que os anos passam. Sente-se leve, solta e ri-se à medida que mete os dedos por entre o cabelo e o sacode.
Respira fundo e assume um acto de coragem:
Nunca mais se vestirá.
Passará a ser aquilo que o seu interior lhe ditar e, de cabeça erguida, passara por entre todos aqueles que, de braços cruzados e ombros descaídos e carregados , olharão incredulamente incomodados para a sua nudez.
A roupa? É o que menos importa…

Responses

  1. Era bom que tivessemos essa coragem, para nos despirmos da roupa e, também, dos nossos preconceitos, não era Ana?
    Ou para, pelo menos, tentarmos…
    Bjs

  2. Ora aqui está mais uma bela metáfora!

  3. despe! despe! despe!

  4. tens razão snail 🙂

    Obrigada, peciscas 🙂

    Dispo o caraças, ó, Steed LOL

  5. bolas…


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