Publicado por: Ana | Maio 16, 2005

Noite escura sem laivos de luz, vento que assobia nas frestas como que numa invasão de espaços intimistas
Folhas soltas de frágeis árvores , fragmentos de vidas vazias de quem passa, incógnito, num vaivém de gentes sem rumo
Cada folha é uma memória perdida de uma vida sem sentido, que acaba de forma indiferente como todas as vidas que passam ao largo dos sentimentos
No chão, na decomposição até ao húmus fertilizante de novas realidades
De novas madrugadas em que a luz traga esperanças renascidas, quem sabe possíveis, de vidas às claras


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