Publicado por: Ana | Agosto 23, 2004

Dias negros…

Em que a saudade aperta e nos faz caminhar de cabeça baixa no meio de uma multidão anónima.

Os fragmentos de vida, por muito juntos que estejam não passam disso:pedaços partidos de experiências bem ou mal sucedidas, que cortam ao mais pequeno toque.

Sangue de muitas cores, seiva de vidas precocemente ceifadas, porque a solidão corrói sentimentos adormecidos.


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